Resenha Internacional: Looking For Alaska


Looking For Alaska
de John Green,
editora Dutton.

Hoje tenho uma responsabilidade grande por aqui. Fico me perguntando como falar de um livro que despertou uma paixão tão grande em uma amiga a ponto de me contagiar e fazer desejar ler o livro. Etiene, essa resenha é em sua homenagem. Espero que, apesar da demora, eu corresponda à qualidade do livro.

A história de Looking For Alaska – a pessoa, não o estado – começa quando Miles Halter, looser, decide deixar a Flórida para trás e se mudar para um internato no Alabama, no qual seu pai também havia estudado. A princípio, os pais não entendem o que leva Miles a fazer isso, mas nós podemos perceber o motivo quando em sua festa de despedida aparecem duas pessoas. Por poucos minutos. E só.

Claro que não é só isso… Miles está atrás do “Grande Talvez”. Eu explico: nosso querido protagonista é um grande fã das últimas palavras de pessoas importantes. Sua favorita, a de François Rabelais, fala da busca por um “Grande Talvez” [“I go to seek a Great Perhaps”]. E, no fundo, é isso que Miles vai buscar em Culver Creek.

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