Resenhista convidado #2: The Thrill Of It

Mais uma vez trago uma pessoa muito querida nessa coluna! A Lívia Martins, do Leiturinhas, falou desse livro no blog e fiquei bastante curiosa. Cliquem na capa, achei super instigante e parece combinar com a história! Com vocês, a resenha de The Thrill Of It, de Lauren Blakely.

The Thrill Of It

Leia mais…

Resenhista convidado #1: Please Ignore Vera Dietz

Seria impossível esperar que eu lesse todos os livros do mundo para comentar com vocês. Infelizmente.
Pensando nisso e nas centenas de milhares de obras que não li, lerei ou não me atraem, bem, decidi trazer de ver em quando um resenhista convidado.
A estreante da coluna é a querida Cibele Ramos, do Estante Lotada, com a resenha internacional de Please Ignore Vera Dietz.

Please Ignore Vera Dietz

Leia mais…

Resenha Internacional: Bittersweet

Bittersweet
Bittersweet
de Sarah Ockler,
editora Simon Pulse.

Conheci e, literalmente, me apaixonei pelo trabalho de Sarah Ockler quando tive a oportunidade de ler o maravilhoso Twenty Boy Summer. Ela escreve de forma tão delicada e envolvendo que foi impossível não ficar de olho para conhecer seus lançamentos.

Bittersweet estava na minha estante há bastante tempo e ganhou chance por três motivos: ser um livro da Sarah, ter uma capa linda e falar de bolinhos! Sim, parece ridículo, mas eu nem lembrava mais da sinopse e usei essas três coisas na escolha da leitura! :P

Hudson Avery já podia vislumbrar seu maravilhoso futuro como patinadora artística no gelo. Talentosa e aplicada, seu grande sonho estava ao alcance de seus patins, a uma vitória de se realizar… Até descobrir que seu pai estava traindo sua mãe e decidir jogar tudo para o alto.

Leia mais…

Resenha Internacional: The Wisdom of the Shire

The Wisdom of the Shire
The Wisdom of the Shire
de Noble Smith,
editora Hodder & Stoughton.

No Brasil, o livro foi lançado como “A Sabedoria do Condado“, pela editora Novo Conceito.

Tudo começou no twitter. Um belo dia (ou noite), a Novo Conceito twittou alguma coisa sobre o lançamento de A Sabedoria do Condado. Imediatamente fiquei animada e fiz uma rápida pesquisa…

Finalmente, sabendo do que se tratava, brinquei com o autor – sem esperar resposta, claro – que estava muito curiosa para ler o livro, que os Hobbits eram bacanas, mas que eu era mais uma “Dúnedain girl”, fazendo referência ao maravilhoso Aragorn, meu personagem favorito de O Senhor dos Anéis.

Leia mais…

Resenha Internacional: White Cat


White Cat – Curse Workers #1
Holly Black,
editora McElderry Books.

Cassel Sharpe acorda uma bela noite no telhado de sua escola sem ter a mínima ideia de como foi parar lá. Por conta deste evento sua vida vira de pernas pro ar e nada nunca mais será igual. MESMO.

Vindo de uma família de “curse workers” [pessoas com habilidades variadas que vão desde alterar memórias e mudar sentimentos até mesmo matar alguém COM UM ÚNICO TOQUE!], Cassel é o único sem talento da família. E como se isso não bastasse, o jovem ainda assassinou sua melhor amiga no início da adolescência!

Lila não era apenas sua melhor amiga, mas a filha do chefe de uma das mais importantes famílias mafiosas da cidade – Zacharov. E Cassel sente sua falta todos os dias, mesmo quando está entretido com suas pequenas trapaças – a princípio seu único talento de verdade.

Leia mais…

Resenha Internacional: Strange Angels


Strange Angels
de Lili St. Crow,
editora Razorbill.

Li esse livro há muitos meses atrás e, não sei porque, adiei a resenha até hoje. O que não faz o menor sentindo já que eu curti a história e acho que deveria divulgá-la, hahaha. Deixando o papo furado de lado, vamos ao que interessa…

Meu primeiro contato com Strange Angels foi terrível! Peguei a edição em português e comecei a ler atrocidades como “cê” no lugar de “você”. Pois é, no original não tem nada dessas gírias. Meu segundo contato já foi com o livro em inglês – presente da ! – e, por isso, me dispus a ler. Não me arrependo!

Dru Anderson tem 16 anos e uma vida muito pouco comum: ela tem o dom de sentir presenças do mal e seu pai caça seres do chamado Mundo Real – são djamphirs, zumbis, lupinos etc – contando com sua ocasional ajuda. Apesar disso, e do fato de ser órfã de mãe, a vida seguia mais ou menos na boa, mudando de cidade para cidade de acordo com as necessidades de caça.

Leia mais…

Resenha Internacional: Freefall


Freefall
de Mindi Scott,
editora Simon Pulse.

Freefall me ganhou pela sinopse. How do you come back from the point of no return? [Como você volta do ponto que não tem retorno? em tradução livre], essa frase logo no início segurou minha atenção… E saber que Seth McCoy foi o último a ver seu amigo vivo e o primeiro a encontrá-lo morto me fez ter certeza de que eu precisava ler esse livro.

Depois de Looking For Alaska e Twenty Boy Summer, estava esperando algo à altura, mas preciso dizer que me decepcionei um pouco. Não me entenda mal: eu gostei do livro, mas não era exatamente o que eu esperava.

Mas, por enquanto, vamos voltar à história… Seth encontra seu melhor amigo morto em seu quintal e, pouco tempo depois, ninguém mais parece se importar. Isaac e Seth tocavam juntos em uma banda, mas nenhum dos outros três integrantes parece disposto a manter o luto por muito tempo. Isaac namorava Kendall, amiga de infância de Seth, mas ela também não parece gostar do luto.

Leia mais…

Resenha Internacional: Twenty Boy Summer

Twenty Boy Summer
Twenty Boy Summer
de Sarah Ockler,
editora Little, Brown Books.

De uma coisa eu tenho certeza: sou incapaz de fazer uma resenha à altura desse livro. E só vou me arriscar a escrever porque é livro de book tour – se não fosse por isso guardaria pra mim tudo o que senti.

Anna, Frankie e Matt são melhores amigos inseparáveis desde sempre. Vizinha do casal de irmãos, Anna guarda em segredo seu amor por Matt e convive relativamente bem com isso… Pelo menos até seu aniversário de quinze anos, quando tudo muda.

Em um mês todos os sonhos que tinha se tornam realidade. Matt e Anna encontram-se às escondidas e aproveitam o máximo possível o tempo que têm, mas uma coisa ainda incomoda a jovem: Frankie não sabe. É a primeira vez que Anna esconde um segredo da amiga – tirando o fato de ser apaixonada por Matt – e ela não está nada confortável com isso… Mas Matt promete resolver tudo contando para a irmã durante a viagem de verão que vão fazer na próxima semana.

Leia mais…

Resenha Internacional: Della Says: OMG!


Della Says: OMG!
de Keris Stainton,
editora Orchard Books.

Esse foi o primeiro livro que li em 2011. Li rápido e feliz da vida. Tenho visto muitas blogueiras falando que estão cansadas de livros que não acrescentam nada ou de YAs mais bobinhos… Nada contra, mas pra mim Della Says: OMG! foi o primeiro livro ideal para este ano. E não encaixaria na categoria “bobinho”, mas “leve e divertido”.

Della tem 17 anos e é uma adolescente normal como eu já fui e você, se já não foi, está sendo. Filha de uma ex-modelo deslumbrante e com uma irmã mais velha que herdou a beleza da mãe, a jovem lida com suas dúvidas, inseguranças e amores através de seu diário.

Jamie, sua irmã, está indo para a faculdade, mas antes disso vai viver uma nova experiência na Califórnia. E é na festa de despedida que a vida de Della começa a mudar radicalmente.

Leia mais…

Resenha Internacional: Looking For Alaska


Looking For Alaska
de John Green,
editora Dutton.

Hoje tenho uma responsabilidade grande por aqui. Fico me perguntando como falar de um livro que despertou uma paixão tão grande em uma amiga a ponto de me contagiar e fazer desejar ler o livro. Etiene, essa resenha é em sua homenagem. Espero que, apesar da demora, eu corresponda à qualidade do livro.

A história de Looking For Alaska – a pessoa, não o estado – começa quando Miles Halter, looser, decide deixar a Flórida para trás e se mudar para um internato no Alabama, no qual seu pai também havia estudado. A princípio, os pais não entendem o que leva Miles a fazer isso, mas nós podemos perceber o motivo quando em sua festa de despedida aparecem duas pessoas. Por poucos minutos. E só.

Claro que não é só isso… Miles está atrás do “Grande Talvez”. Eu explico: nosso querido protagonista é um grande fã das últimas palavras de pessoas importantes. Sua favorita, a de François Rabelais, fala da busca por um “Grande Talvez” [“I go to seek a Great Perhaps”]. E, no fundo, é isso que Miles vai buscar em Culver Creek.

Leia mais…