Resenha: Minha Vida Indecisa


Minha Vida Indecisa
de Jessica Brody,
editora Novo Século.

Brooklyn Pierce tem 15 anos e sua vida, ao que parece, se resume a uma sucessão de péssimas escolhas. Parece radical colocar as coisas dessa maneira, mas tudo começou aos 2 anos de idade… E não parou mais.

O primeiro passo foi decidir perseguir um lagarto. Até aí tudo bem, o problema é que no meio da perseguição ela foi parar no fundo de um buraco e precisou ser resgatada, e o caso ganhou muito destaque midiático e lhe rendeu a alcunha de Bebê Brooklyn.

Mas agora a Bebê Brooklyn precisa lidar com um problema muito mais sério, um no qual ela não é a vítima, mas a culpada… E tudo por conta de uma festinha inocente cof, cof que ela e a melhor amiga, Shayne Kingsley, decidiram dar. Quer dizer, a ideia foi de Shayne, mas quem roubou as chaves da casa-protótipo da mãe e fez metade dela pegar fogo foi Brooklyn.

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Resenha: 72 Horas Para Morrer


72 Horas Para Morrer
de Ricardo Ragazzo,
editora Novo Século.

“Pior do que conhecer um Serial Killer, é um Serial Killer conhecer você”. A frase ao lado, retirada da sinopse do livro, já dá uma boa ideia do que nos aguarda.

Muita ação, mistério e o perigo sempre à espreita. Júlio Fontana é delegado da pequena cidade de Novo Salto. Viúvo, pai de uma jovem de 18 anos e responsável por manter a ordem na cidade, vê sua vida mudar radicalmente quando o carro de sua namorada é encontrado abandonado em um posto de gasolina.

De uma hora para outra sua vida vira de pernas para o ar e todas as pessoas que ele ama correm perigo. Todas correm o risco de aparecerem mortas, brutalmente assassinadas.

Júlio se vê perseguido e enrolado por um assassino louco, frio e implacável. Nada do que ele faz parece ser suficiente para impedir que seu mundo continue desmoronando. E, como se isso não bastasse, seu relacionamento com Laura, sua filha, vai piorando aos pouquinhos – o que faz com que seja ainda mais difícil protegê-la.

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Resenha: Hathor


Hathor
de Markus Thayer,
editora Novo Século/Novos Talentos.

Inglaterra, 1856. John McBrian e William Kenward estão às voltas com um trabalho sobre a Guerra das Rosas exigido pelo professor Sir Oliver Stwart. Correndo contra o tempo, a noite já estava avançada quando McBrian se deparou com um peculiar livro que escondia um grande segredo…

E é a partir da descoberta que divide com o mestre Stwart e seu amigo que a vida dos três começa a mudar radicalmente. Com a crença de um tesouro histórico escondido, o trio reúne recursos para uma expedição em busca da relíquia sem mesmo saber o que podem encontrar.

O único problema é que a curiosidade feminina vai mudar um pouquinho o curso da história… Emma, a jovem e fofa empregada se Sir Stwart comenta a respeito da empreitada secreta com o namorado… Que comenta com os amigos… Que por sua vez são um pequeno bando de ladrões.

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Resenha: Binno Oxz e o Clã de Prata


Binno Oxz e o Clã de Prata
de Fábio Henckel,
editora Novo Século.

Ao mesmo tempo em que não sabia o que esperar, minhas expectativas estavam muito, muito, altas. Contraditório? Talvez. Mas se Binno Oxz não superou minhas expectativas, com certeza não deixou a desejar.

Tudo começou por causa de um personagem de RPG online. Binno vivia em um chato internato na cidade de Uttopy, controlado por um IA (inteligência artificial) extremamente implicante apelidado de Big Mãe e uma senhora aterrorizante, com punições bizarras, computadores ultrapassados e com a internet mais lenta do universo – mas, pelo menos, totalmente livre do controle do IA.

Um belo dia, em suas andanças secretas pela grande rede, Binno se deparou com um jogo de RPG onde para entrar era necessário criar seu próprio IA. Inspirado por um sonho, Binno não só constrói um super personagem, mas também o faz quase indestrutível… Ainda assim, nada de aprovação para entrar no jogo.

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Resenha: Fade – Desvanecer


Fade – Desvanecer
de Lisa McMann,
editora Novo Século.

Janie está de volta. Mas, antes de falar sobre ela gostaria de avisar: essa resenha contém spoilers de Wake, já que é a continuação da série. Se você não quiser saber nada, escape desse sonho… digo, dessa resenha. ;)

Como ia dizendo, Janie está de volta. E a narrativa em terceira pessoa não me incomoda mais. Depois de passar por um mundo de coisas novas e descobertas em Wake, nossa “apanhadora de sonhos” agora está trabalhando, oficialmente, para a Narcóticos. E mais: ao lado de Cabel, seu lindo e querido namorado… secreto.

Um psicopata sexual está solto em Fieldridge High. Aluno? Professor? Tudo ainda está confuso, mas juntando um sonho aqui e uns telefonemas estranhos ali, as coisas começam a fazer um pouco mais de sentido. Janie e Cabel começam a investigar como podem e a ação culmina em uma idéia da Capitã: a garota é a isca perfeita.

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Resenha: Wake – Despertar


Wake – Despertar
de Lisa McMann,
editora Novo Século.

Janie me ganhou no primeiro sonho. Mais da metade das resenhas que li por aí eram negativas e comecei a achar que o livro seria uma decepção, mas… Janie me ganhou mesmo no primeiro sonho.

OK. Não estou acostumada com narrativas em terceira pessoa, acho que são um pouquinho impessoais e acabam não permitindo que você se envolva com a personagem em livros como esse – quer dizer, poucos seriam doidos pelos Cullen se não fosse a Bella quem nos descrevesse o Edward e a família. Mas, por incrível que pareça, eu acabei me acostumando e percebi que essa narração poderia ter um propósito… É dessa forma que Janie vê o sonho das pessoas. Como espectadora e não como confidente – que é a sensação que livros em primeira pessoa podem produzir.

OK. Confesso que achei a narrativa pobre, mas talvez isso tenha sido culpa da tradução. Muitas expressões repetidas e frases curtas me fizeram perder um pouco do encanto… Mas só até me deixar envolver pela história.

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