Resenha Internacional: The Wisdom of the Shire

The Wisdom of the Shire
The Wisdom of the Shire
de Noble Smith,
editora Hodder & Stoughton.

No Brasil, o livro foi lançado como “A Sabedoria do Condado“, pela editora Novo Conceito.

Tudo começou no twitter. Um belo dia (ou noite), a Novo Conceito twittou alguma coisa sobre o lançamento de A Sabedoria do Condado. Imediatamente fiquei animada e fiz uma rápida pesquisa…

Finalmente, sabendo do que se tratava, brinquei com o autor – sem esperar resposta, claro – que estava muito curiosa para ler o livro, que os Hobbits eram bacanas, mas que eu era mais uma “Dúnedain girl”, fazendo referência ao maravilhoso Aragorn, meu personagem favorito de O Senhor dos Anéis.

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Resenha Internacional: White Cat


White Cat – Curse Workers #1
Holly Black,
editora McElderry Books.

Cassel Sharpe acorda uma bela noite no telhado de sua escola sem ter a mínima ideia de como foi parar lá. Por conta deste evento sua vida vira de pernas pro ar e nada nunca mais será igual. MESMO.

Vindo de uma família de “curse workers” [pessoas com habilidades variadas que vão desde alterar memórias e mudar sentimentos até mesmo matar alguém COM UM ÚNICO TOQUE!], Cassel é o único sem talento da família. E como se isso não bastasse, o jovem ainda assassinou sua melhor amiga no início da adolescência!

Lila não era apenas sua melhor amiga, mas a filha do chefe de uma das mais importantes famílias mafiosas da cidade – Zacharov. E Cassel sente sua falta todos os dias, mesmo quando está entretido com suas pequenas trapaças – a princípio seu único talento de verdade.

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Resenha Internacional: Strange Angels


Strange Angels
de Lili St. Crow,
editora Razorbill.

Li esse livro há muitos meses atrás e, não sei porque, adiei a resenha até hoje. O que não faz o menor sentindo já que eu curti a história e acho que deveria divulgá-la, hahaha. Deixando o papo furado de lado, vamos ao que interessa…

Meu primeiro contato com Strange Angels foi terrível! Peguei a edição em português e comecei a ler atrocidades como “cê” no lugar de “você”. Pois é, no original não tem nada dessas gírias. Meu segundo contato já foi com o livro em inglês – presente da ! – e, por isso, me dispus a ler. Não me arrependo!

Dru Anderson tem 16 anos e uma vida muito pouco comum: ela tem o dom de sentir presenças do mal e seu pai caça seres do chamado Mundo Real – são djamphirs, zumbis, lupinos etc – contando com sua ocasional ajuda. Apesar disso, e do fato de ser órfã de mãe, a vida seguia mais ou menos na boa, mudando de cidade para cidade de acordo com as necessidades de caça.

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Resenha Internacional: Freefall


Freefall
de Mindi Scott,
editora Simon Pulse.

Freefall me ganhou pela sinopse. How do you come back from the point of no return? [Como você volta do ponto que não tem retorno? em tradução livre], essa frase logo no início segurou minha atenção… E saber que Seth McCoy foi o último a ver seu amigo vivo e o primeiro a encontrá-lo morto me fez ter certeza de que eu precisava ler esse livro.

Depois de Looking For Alaska e Twenty Boy Summer, estava esperando algo à altura, mas preciso dizer que me decepcionei um pouco. Não me entenda mal: eu gostei do livro, mas não era exatamente o que eu esperava.

Mas, por enquanto, vamos voltar à história… Seth encontra seu melhor amigo morto em seu quintal e, pouco tempo depois, ninguém mais parece se importar. Isaac e Seth tocavam juntos em uma banda, mas nenhum dos outros três integrantes parece disposto a manter o luto por muito tempo. Isaac namorava Kendall, amiga de infância de Seth, mas ela também não parece gostar do luto.

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Resenha Internacional: Twenty Boy Summer


Twenty Boy Summer
de Sarah Ockler,
editora Little, Brown Books.

De uma coisa eu tenho certeza: sou incapaz de fazer uma resenha à altura desse livro. E só vou me arriscar a escrever porque é livro de book tour – se não fosse por isso guardaria pra mim tudo o que senti.

Anna, Frankie e Matt são melhores amigos inseparáveis desde sempre. Vizinha do casal de irmãos, Anna guarda em segredo seu amor por Matt e convive relativamente bem com isso… Pelo menos até seu aniversário de quinze anos, quando tudo muda.

Em um mês todos os sonhos que tinha se tornam realidade. Matt e Anna encontram-se às escondidas e aproveitam o máximo possível o tempo que têm, mas uma coisa ainda incomoda a jovem: Frankie não sabe. É a primeira vez que Anna esconde um segredo da amiga – tirando o fato de ser apaixonada por Matt – e ela não está nada confortável com isso… Mas Matt promete resolver tudo contando para a irmã durante a viagem de verão que vão fazer na próxima semana.

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Resenha Internacional: Della Says: OMG!


Della Says: OMG!
de Keris Stainton,
editora Orchard Books.

Esse foi o primeiro livro que li em 2011. Li rápido e feliz da vida. Tenho visto muitas blogueiras falando que estão cansadas de livros que não acrescentam nada ou de YAs mais bobinhos… Nada contra, mas pra mim Della Says: OMG! foi o primeiro livro ideal para este ano. E não encaixaria na categoria “bobinho”, mas “leve e divertido”.

Della tem 17 anos e é uma adolescente normal como eu já fui e você, se já não foi, está sendo. Filha de uma ex-modelo deslumbrante e com uma irmã mais velha que herdou a beleza da mãe, a jovem lida com suas dúvidas, inseguranças e amores através de seu diário.

Jamie, sua irmã, está indo para a faculdade, mas antes disso vai viver uma nova experiência na Califórnia. E é na festa de despedida que a vida de Della começa a mudar radicalmente.

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Resenha Internacional: Looking For Alaska


Looking For Alaska
de John Green,
editora Dutton.

Hoje tenho uma responsabilidade grande por aqui. Fico me perguntando como falar de um livro que despertou uma paixão tão grande em uma amiga a ponto de me contagiar e fazer desejar ler o livro. Etiene, essa resenha é em sua homenagem. Espero que, apesar da demora, eu corresponda à qualidade do livro.

A história de Looking For Alaska – a pessoa, não o estado – começa quando Miles Halter, looser, decide deixar a Flórida para trás e se mudar para um internato no Alabama, no qual seu pai também havia estudado. A princípio, os pais não entendem o que leva Miles a fazer isso, mas nós podemos perceber o motivo quando em sua festa de despedida aparecem duas pessoas. Por poucos minutos. E só.

Claro que não é só isso… Miles está atrás do “Grande Talvez”. Eu explico: nosso querido protagonista é um grande fã das últimas palavras de pessoas importantes. Sua favorita, a de François Rabelais, fala da busca por um “Grande Talvez” [“I go to seek a Great Perhaps”]. E, no fundo, é isso que Miles vai buscar em Culver Creek.

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Resenha Internacional: Gone


Gone
de Lisa McMann,
editora Simon Pulse.

É estranho pensar que no more livros sobre Janie e seu “dom” de ser sugada para os sonhos das pessoas. Sério! Me apeguei tanto à série que agora é quase como se eu tivesse um vazio, hahahahaha. :)

Pois é, ontem à noite eu terminei de ler Gone, o último livro da trilogia Wake, e agora venho dividir com vocês como foi me despedir da história criada por Lisa McMann. Se você não leu os primeiros livros da série – Wake e Fade – é melhor tomar cuidado. A resenha pode conter spoilers. ;x

Janie tem que lidar com todo o processo judicial envolvendo os professores responsáveis pela “festinha do terror” que acompanhamos em Fade. Cabel superou o “trauma” do que aconteceu e agora ela é, realmente, uma garota da Narcóticos.

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